A tua ausência
A tua ausência era a razão do vazio que sentia dentro de mim. Aquela falta que me doía sem saber ao certo o porquê. As lâminas afiadas que mutilavam a minha alma, a dor, não de dimensão física, mas a outra, a que nos faz desesperar e nos faz morrer aos poucos, a que nos faz cair do abismo e ansiar pelo fim, a tentação de desistir, era apenas e somente a tua falta. Aquele espaço que não conseguia completar. Foi por ti que esperei e ansiei. Eras a peça que eu procurava para completar o puzzle da minha vida. Eras o detentor da chave do meu coração. Eras a força exterior que eu precisava. Eras tu que eu precisava e segredava às folhas de papel. Eras as sensações que precisava experimentar para me sentir viva.
Hoje és o amigo, o confidente e o amante que não tinha. O braço direito, a outra metade do meu cérebro, a outra metade do meu coração. És a segurança e o conforto. És a minha felicidade, o meu sorriso, o brilho nos meus olhos. És acima de tudo o meu propósito, a minha vida. Somos o amor, a flor frágil que dificilmente se encontra.
Hoje és o amigo, o confidente e o amante que não tinha. O braço direito, a outra metade do meu cérebro, a outra metade do meu coração. És a segurança e o conforto. És a minha felicidade, o meu sorriso, o brilho nos meus olhos. És acima de tudo o meu propósito, a minha vida. Somos o amor, a flor frágil que dificilmente se encontra.
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