Dentro de mim
No meu quarto escuro
Na minha mente sombria
No meu isolado refúgio
Eu abro as janelas
Eu abro os meus olhos
Eu deixo a luz entrar.
Para que queime a sombra
Que habita a minha alma
Para que me dê asas
E torne possível sonhar
Para que me permita amar
Sem dúvidas nem medos.
A luz já espreita nas janelas
E através dos meus olhos
Ela penetrará na minha memória
E iluminará o quadro
Em que pintarei o teu corpo
Com um pincel molhado
Na cruel tinta da saudade
E junto a ti pintarei a minha imagem
Abraçando-te fortemente
Lutando para que ali fiques
Para toda a eternidade.
Depois de pintado, seco e finalizado
Trarei esse quadro para fora de mim
E o pendurarei numa parede real.
Inês G.
Na minha mente sombria
No meu isolado refúgio
Eu abro as janelas
Eu abro os meus olhos
Eu deixo a luz entrar.
Para que queime a sombra
Que habita a minha alma
Para que me dê asas
E torne possível sonhar
Para que me permita amar
Sem dúvidas nem medos.
A luz já espreita nas janelas
E através dos meus olhos
Ela penetrará na minha memória
E iluminará o quadro
Em que pintarei o teu corpo
Com um pincel molhado
Na cruel tinta da saudade
E junto a ti pintarei a minha imagem
Abraçando-te fortemente
Lutando para que ali fiques
Para toda a eternidade.
Depois de pintado, seco e finalizado
Trarei esse quadro para fora de mim
E o pendurarei numa parede real.
Inês G.
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