Consegues sentir?
O frio que me toca no âmago
O vazio que fortemente me abraça
A dor que me corre nas veias
As mãos que me sufocam a garganta
As correntes pesadas que me prendem
Os olhos que me observam e me julgam
As vozes imponentes que ecoam nos corredores
A inveja sem limites que me corrói
Ao longe um piano soltando notas graves e diabólicas
Os móveis que se arrastam sem cessar
O som do violino a espelhar fielmente o que sinto
A confusão que se instala dentro de mim
O frio, o medo, a solidão, a desordem.
Não tenho a ilusão como meu pilar
Apenas conheço e aceito a realidade.
O vazio que fortemente me abraça
A dor que me corre nas veias
As mãos que me sufocam a garganta
As correntes pesadas que me prendem
Os olhos que me observam e me julgam
As vozes imponentes que ecoam nos corredores
A inveja sem limites que me corrói
Ao longe um piano soltando notas graves e diabólicas
Os móveis que se arrastam sem cessar
O som do violino a espelhar fielmente o que sinto
A confusão que se instala dentro de mim
O frio, o medo, a solidão, a desordem.
Não tenho a ilusão como meu pilar
Apenas conheço e aceito a realidade.
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